domingo, 17 de julho de 2016

Chuva de verão

O inconsciente conscientemente me trai
Tropeço em meus devaneios
Observamos as pequenas pegadas
No grande calçadão do tempo
Somos formigas alvoroçadas
São tantas folhas para carregar ao velho formigueiro
Peguei papel, caneta. Abri as portas e deixei a poesia entrar.
Fumamos umas ideias
Bebemos alguns sonhos
Rabiscamos nossos corpos
A paz reina: eu, meus anjos e minha poesia
Meu vício.
A chuva cai e inunda meus versos
Uma alma como a minha 
Não  precisa de muito para extasiar-se
Basta-lhe a chuva e a poesia...


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