domingo, 17 de julho de 2016

Corpo e alma

Quantos novos amores você viveu
Enquanto navego eu na monotonia
Dos meus dias?
Quantos lábio lhe cobriram de beijos quentes, enquanto estremecia em
Madrugadas frias?
Enquanto eu recostada no
Parapeito da janela
Esperava que a rua vazia
Trouxesse alguma lembrança
Menos sombria
Seu olhar é de outro alguem
Dele também é seu querer bem

Já sei que fui
Um breve momento
Agora parte
Do esquecimento
num canto obscuro
De teu coração

Você me ignora
Você não me quer
Você não  me olha
E se em um delírio ou sonho,
Tento lhe encontrar
Sua alma olha a minha berra: quem és? Vai-te embora.
Não preciso de teu amor agora.

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