quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Monstros


Para os olhares dos benquistos e honrados cidadãos deste planeta decadente nosso amor é uma completa aberração. Deformados que estamos pelas chagas da maldita solidão. Eis que o poeta permite que sua musa o seduza bem no meio de uma multidão horrorizada. 
E nesta cruza tão profana a musa grita extasiada Quero que penetre-me com tua poesia enrijecida.
Nasce daí o caos poético que quase salva este mundo decrépito da hipocrisia...Somos Arte que não se reparte
Poesia sem começo ou fim

Angel

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