domingo, 13 de novembro de 2016

Serva

Eu sou tua tão absurdamente
Que chega a doer qualquer não querer
Sou a serva que se ajoelha a seus pé
Sou a rainha que se senta sobre seu cedro.
Meu Rei. Meu senhor.
Quero que cavalgues em mim pelos campos verdejantes sob as noites de lua cheia.
Quero estar em ti como a brisa suave de primavera, balançando levemente as flores e perfumando o entardecer.
Segure minhas mãos, amável vagabundo.
Diga que sou a única sem ser.
Preciso da mentira distraída
Só assim eu conseguiria
Sobreviver...

Angel

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