segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Manoel de Barros



Não farei versos torpes sobre teus lábios
que hora são doces hora salgados 
Não farei versos sobre teu olhar
Lânguido e perdido na imensidão do verde oceano de tua alma
Não haverá poesia sobre tua alma selvagem e doce como a brisa primaveril

Meus versos serão sobre esta joaninha que trafega vagabundamente sobre as folhas deste lírio que te vi plantar com suas mãos meigas em uma tarde de outono enquanto falávamos da delicadeza de Manoel de Barros.

Angel.

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