sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Morte da poesia



Qual faca há que de tão afiada possa cortar ao meio minha dor?
Reparti-la de forma a minimizá-la.?
Que não corte a dor, mas corte o pulso ao menos?
Foca a faca na veia e faça a fina marca.
Foque no fio de sangue que escorre.
Fixe na dor que faz doer menos teu peito. Escorre poesia junto com sangue. 
Livre-se da maldição da poesia que te fez maldita.

Morra, poeta. Morra!

Angel.

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