sábado, 18 de março de 2017

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Vou deixar-me ser
a chuva que refresca, 
a brisa que semeia,
o trovão que lembra...

Não deixarei transparecer
a dor que carrego,
a morte que assombra
e o temor que me ronda

Abraço a tua solidão
Curo tuas feridas
Acalmo teu coração
E o que me dói,
 eu disfarso.
 E sorrio, mesmo
quando  arde.



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